Ensaios para o fim do mundo (2018)

Dramaturgy: André Felipe
Performers and directors: Ana Luiza Fortes, André Felipe, Vinicius Coelho

A ursa de araque production

Trailer






[PT]
Os sinais são cada dia mais claros, dá para perceber no desaparecimento das florestas, na estiagem de um rio, na nossa respiração, no crescimento dos extremismos, no genocídio de uma civilização, na morte de uma língua. E se o fim chegar antes do esperado? Em Ensaios para o fim do mundo o coletivo A ursa de araque parte da necessidade de pensar o fim, como tentativa de entender essa sensação de catástrofe iminente que vem dominando o nosso cotidiano. O trabalho é composto por três ensaios cênicos [Ensaio#1 Depois do fim; Ensaio#2 Começo do fim; Ensaio#3 Fim] que se propõem pensar diferentes perspectivas de fim.
O trabalho foi apresentado em diversos espaços, tais como o Teatro Pradillo (Madri), Museo del Chopo (Cidade do México), Centro Cultural de España (Montevidéu), Museu de Arte Moderna (São Paulo e Sesc Prainha (Florianópolis).


















[EN]
The signs are clearer every day; you can see them in the disappearance of the forests, in the drying up of a river, in our breathing, in the growth of extremisms, in the genocide of a civilization, in the death of a language. What if the end comes sooner than expected? In Essays for the end of the world, the collective A ursa de araque speculates the need to think about the end, as an attempt to understand this sensation of imminent catastrophe that has been dominating our  lives. The work is composed of three scenic essays [Essay #1 After the end; Essay #2 Beginning of the end; Essay #3 End] that propose to think about different perspectives of the end.
The work was presented in several venues, such as Teatro Pradillo (Madrid), Museo del Chopo (Mexico City), Centro Cultural de España (Montevideo), Museu de Arte Moderna (São Paulo), and Sesc Prainha (Florianópolis).

[ES]
Las señales son cada vez más claras, se pueden ver en la desaparición de los bosques, en la desecación de un río, en nuestra respiración, en el crecimiento del extremismo, en el genocidio de una civilización, en la muerte de una lengua. ¿Y si el final llega antes de lo esperado? En Ensayos para el fin del mundo, el colectivo A ursa de araque parte de la necesidad de pensar en el fin, como un intento de comprender esa sensación de catástrofe inminente que viene dominando nuestra vida cotidiana. La obra se compone de tres ensayos escénicos [Ensayo #1 Después del fin; Ensayo #2 Principio del fin; Ensayo #3 Fin] que proponen pensar en diferentes perspectivas del fin. 
La pieza fue presentada en diferentes salas, como el Teatro Pradillo (Madrid), Museo del Chopo (Ciudad de México), Centro Cultural de España (Montevideo), Museu de Arte Moderna (São Paulo) y Sesc Prainha (Florianópolis).